Carla Akotirene e a Interseccionalidade como Dever Ético do Operador do Direito
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概要
Seja bem-vindo a mais um episódio do Papo de Causa. Neste mês de março, o Clube do Livro Jurídico Aya propõe uma imersão profunda e necessária na obra "Interseccionalidade", de Carla Akotirene.
No Direito, fomos condicionados a acreditar que a "neutralidade" da norma é o ápice da justiça. No entanto, a prática jurídica cotidiana nos revela que o chamado "universalismo" muitas vezes não passa de um ponto cego que ignora as camadas de opressão que definem a vida dos sujeitos.
A Amálgama das Opressões: Entenda por que a interseccionalidade não é a simples "soma" de identidades, mas um método para compreender como racismo, capitalismo e cisheteropatriarcado se fundem para criar exclusões específicas.
Genealogia da Resistência: Percorremos desde o grito ancestral de Sojourner Truth ("E não sou eu uma mulher?") até a sistematização jurídica de Kimberlé Crenshaw, que revelou como o Judiciário falha ao ignorar quem cai nas frestas das categorias tradicionais.
A Crítica ao "Eixo Único": Analisamos como o modelo de análise de eixo único (single-axis) fatiou a experiência humana, impedindo que o Direito ataque a estrutura de dominação em sua totalidade. Operando a Justiça na Prática: Como aplicar a Hermenêutica de Encruzilhada? Discutimos a necessidade de um "Direito de Contexto" que enxergue as disparidades que o positivismo cego insiste em ocultar.
"A interseccionalidade é uma tecnologia para quem a norma não foi feita."
O Clube do Livro Jurídico Aya é um espaço de resistência intelectual e descolonização do olhar.
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