エピソード

  • Dario Durigan, ministro da Fazenda
    2026/06/19

    O JOTA entrevista o ministro da Fazenda, Dario Durigan. O chefe da equipe econômica do governo analisa as condições da economia brasileira e o impacto de fatores globais no cenário doméstico.

    O Ministério da Fazenda vive um momento decisivo com o lançamento das últimas medidas com potencial de impacto sobre a população antes das restrições mais rígidas impostas pela lei eleitoral a partir do segundo semestre.

    Enquanto isso, integrantes do governo continuam monitorando fatores que geram preocupação, como a guerra no Irã, as negociações comerciais com a gestão Donald Trump e o fenômeno El Niño.

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  • Celso Amorim, assessor especial do Presidente da República
    2026/02/26

    O JOTA entrevista Celso Amorim, assessor especial do Presidente da República e ex-ministro das Relações Exteriores. Amorim analisa as diretrizes da política externa brasileira em ano eleitoral e faz um balanço do cenário geopolítico atual.

    A entrevista é conduzida pela editora-executiva do JOTA PRO, Julianna Sofia, e pela analista de internacional do JOTA, Vivian Oswald. A conversa faz parte da série Personas 2026, uma sequência de entrevistas com os principais personagens políticos para ficar de olho no ano eleitoral.

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  • Procurador-Geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira
    2026/02/10

    O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, responsável por comandar o Ministério Público do Trabalho, afirma que a Justiça do Trabalho – em relação à Justiça Comum – é a que mais tem condições, considerando também a sua experiência e formação de magistrados, de analisar casos de fraude nas relações trabalhistas, incluindo a chamada “pejotização”. A afirmação foi feita em entrevista exclusiva realizada na Casa JOTA e transmitida ao vivo para os assinantes do PRO Trabalhista, nesta terça-feira.

    Confira a entrevista completa.

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    26 分
  • Kim Kataguiri | Personas 2026
    2025/11/27

    Entrevista realizada em 26/11/25 | Em entrevista exclusiva ao JOTA, o deputado federal Kim Kataguiri detalhou a estratégia de expansão nacional do Partido Missão, nova sigla criada pelo MBL para disputar espaço no tabuleiro político de 2026. O plano inclui lançar chapas nos 26 estados e no Distrito Federal, consolidar uma rede de lideranças estaduais e apresentar um candidato próprio à Presidência, numa tentativa de reposicionar o movimento como alternativa à direita tradicional.

    Ao analisar o cenário eleitoral, Kataguiri criticou simultaneamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e a articulação em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, além de atacar o programa econômico e as políticas sociais do governo Lula, defendendo uma agenda de privatizações e revisão estrutural do orçamento. O deputado diz que a nova legenda nasce para garantir coerência ideológica e independência. “A gente nunca mais vai depender de ninguém para disputar as eleições que a gente quer disputar”, afirmou.

    O deputado criticou o que chama de “partidos sem ideologia e sem programa”, criados apenas para dividir poder e negociar orçamento. O Missão, segundo ele, busca ocupar o espaço deixado por legendas tradicionais e funcionar como um veículo político próprio do MBL. Para o futuro, o parlamentar avalia dois caminhos: “Ou disputo a reeleição ou disputo o governo do estado de São Paulo. O que for melhor para o projeto, eu faço”.

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    59 分
  • Eduardo Bolsonaro | Personas 2026
    2025/11/22

    Entrevista realizada em 21/11/25 | O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) discute, em entrevista exclusiva ao JOTA, os processos judiciais contra ele e o ex-presidente Jair Bolsonaro, o tarifaço de Donald Trump e o cenário para as eleições de 2026.

    A entrevista é conduzida pela editora-executiva do JOTA PRO, Julianna Sofia, e pelo analista de Política Fabio Murakawa. A conversa faz parte da série 'Personas 2026', uma sequência de entrevistas com os principais personagens políticos para ficar de olho até as eleições.

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    45 分
  • Jader Barbalho Filho, ministro das Cidades
    2025/10/28

    Entrevista realizada em 28/10/25 | O ministro das Cidades, Jader Filho (MDB-PA), defendeu que o Banco Central inicie o ciclo de queda de juros. Em entrevista exclusiva ao JOTA, o ministro afirmou que o Brasil já reúne condições para essa redução. Em linha com o que tem se falado nos bastidores do governo, Jader Filho endossou a tese de que é necessário um subsídio ao transporte público e destacou o legado urbano da COP30 em Belém. O ministro também detalhou os avanços do Minha Casa, Minha Vida e o novo programa Reforma Casa Brasil.

    Para ele, o cenário econômico atual, com inflação controlada e câmbio estável, permite uma inflexão da política monetária. “Eu acho que o Brasil precisa o quanto antes, é importante que a economia brasileira tenha essa sinalização”, afirmou. Segundo Jader Filho, o nível elevado da taxa básica impede o acesso de famílias de classe média ao crédito imobiliário. “Uma família... se fosse no banco, vai pagar 19, 20, 21, 22%. Essa família tem condições de pagar isso?”, questionou.

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    49 分
  • Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social
    2025/10/20

    Entrevista realizada em 20/10/25 | O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, descartou reajustes imediatos no valor do Bolsa Família. Em entrevista exclusiva ao JOTA, o chefe da pasta à qual o programa social está vinculado avaliou que o atual cenário econômico é favorável, com inflação controlada, estabilidade nos preços dos alimentos e redução do câmbio, fatores que preservam o poder de compra das famílias e, segundo ele, não justificam alterações no valor do benefício. Atualmente, o valor médio do repasse é de R$ 683,42.

    O ministro ressaltou ainda que o governo tem obtido ganhos de eficiência na execução do programa, o que contribui para o equilíbrio fiscal. Segundo ele, a redução da pobreza extrema e a saída de milhões de famílias do Mapa da Fome representam uma economia anual de cerca de R$ 15 bilhões para o Estado.

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  • Presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho
    2025/10/08

    Entrevista realizada em 08/10/25 | O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse ao JOTA que a pejotização irrestrita trará impactos “graves” que poderão levar a uma “ruptura do tecido social”, com trabalhadores desassistidos e a seguridade social subfinanciada. Para o ministro, a CLT é “atemporal”, já que foi construída com cláusulas gerais para ter “incidência ao longo do tempo”, além de ter passado por mais de cem atualizações.

    Sobre o fenômeno da uberização, defendeu uma regulação via Congresso, que contemple pontos como limite de jornada, remuneração, tempo de conexão e contribuição previdenciária. As medidas foram levantadas, em parte, graças a encontros com motoentregadores de Brasília. Num dos diálogos, disse ter ficado “chocado” com os depoimentos dos trabalhadores sobre a subordinação ao algoritmo e os receios com a possibilidade de acidentes. “Não podemos ter uma perspectiva de que você sai de casa e não sabe se vai voltar. É como ir para uma batalha em Gaza”, comparou.

    O presidente do TST participou de entrevista exclusiva ao JOTA, em que tratou dos desafios da Justiça trabalhista e das novas modalidades do trabalho. Vieira de Mello Filho assumiu o comando do TST em 25 de setembro. Foi indicado ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006.

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